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Expectativa é que a liberação do FGTS aqueça a economia e movimente o comércio


A liberação do FGTS anunciada pelo Governo Federal foi recebida positivamente pelas entidades ligadas ao setor varejista, sendo uma medida que vai ao encontro das expectativas do varejo, que precisam de ações que reforcem e dinamizem a economia.

 

A previsão é que os recursos que serão liberados das contas ativas e inativas ajudem a “animar” o setor do comércio e de serviço. Juntos, esses setores representam mais de 73% do PIB – Produto Interno Bruto – do Brasil, além de serem os maiores geradores de emprego e renda.

 

A expectativa para essa medida é que a liberação do FGTS estimule o consumo, movimentando o dinheiro no comércio local e auxilie os cidadãos a quitarem suas dívidas, antes do final do ano, contribuindo assim com a redução da inadimplência e recuperação de crédito.

 

Para a presidente da FCDL MS – Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso do Sul, Inês Conceição Santiago, toda medida que traga força ao varejo sempre será bem vinda. “Nosso setor é um dos responsáveis por manter o país. Temos consciência que muito ainda precisa ser feito para que a crise instalada no Brasil seja superada, mas ações como esta anunciada pelo Governo Federal animam quem está lutando diariamente para o desenvolvimento e o crescimento do setor. O comércio precisa que o cidadão recupere seu crédito, que a inadimplência seja reduzida e que as pessoas comprem nas lojas de suas cidades. Assim, fazemos essa engrenagem girar e todos saem ganhando”.

 

Adelaido Vila, presidente da CDL CG – Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande ressalta que a liberação do FGTS é uma forma de fortalecer a economia. “É uma medida positiva, que vai estimular o consumo e conseqüentemente abrir novas frentes de trabalho, dando condições para que seja gerado mais emprego e renda para a população”.

 

Segundo o presidente da CDL CG, o comércio precisa de respostas imediatas para superar a crise que vem se arrastando há anos. “Nosso setor tem se mantido firme e se reinventando diariamente para superar os obstáculos. Estamos certos que com estes recursos a população irá melhorar seu crédito e reduzir a inadimplência, pagando suas dívidas e consumindo. A expectativa é grande para que a economia reaja com esta ação”.

 

Dados

A CNDL, por meio do Indicador de Uso de Crédito, apurou que em Abril deste ano, 17% dos consumidores brasileiros tiveram crédito negado ao tentarem fazer uma compra a prazo. A principal razão apontada para a negativa é o fato de estarem com o nome inserido em cadastros de inadimplentes.




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