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Economia: Centro-Oeste fecha 2018 com inadimplência desacelerada, aponta pesquisa CNDL/ SPC Brasil


Pesquisa divulgada pela CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito revelou que as empresas fecharam o ano de 2018 com alta de 7,44% na inadimplência, mas houve desaceleração em quatro das cinco regiões.

A alta no número de empresas com contas em atraso e registradas no cadastro de inadimplentes é uma comparação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a pesquisa CNDL/ SPC Brasil, apesar do crescimento apresentado, o ritmo de alta perdeu força em quatro das cinco regiões analisadas.

A pesquisa também apontou que o número de dívidas contraídas em nome de pessoas jurídicas avançou 4,89%, em dezembro na comparação anual.

Os indicadores apontaram que, na região Norte, o crescimento do número de empresas com contas sem pagar foi apenas 0,78%, a menor entre todas as regiões brasileiras. Já no Centro-Oeste, foi de 2,10%, enquanto no Nordeste, a alta foi de 2,35% e no Sul, de 3,71%, todas consideradas abaixo da média nacional e menores do que o percentual observado no auge da crise econômica, quando girava em torno de 10%. 

Para o presidente da CDL CG – Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande, Adelaido Vila, a pesquisa é de suma importância e mostra sinais de recuperação econômica. “É um reflexo de que está estamos tendo uma melhora no faturamento. Ainda tímida, mas que anima todo o setor. Ainda não podemos afirmar que a saúde financeira das empresas tenha se recuperado, ou pelo menos atingido o patamar em que se encontrava anterior à crise, mas os indicadores mostram que 2018 foi um pouco melhor nas vendas”.

Adelaido ressaltou que a essa melhora, mesmo que pequena, contribuiu para que as empresas tivessem um fôlego. “Essa melhora ajudou para que as empresas pudessem honrar seus compromissos financeiros. Um fator de extrema importância para a economia local”.

Inadimplência

Aproximadamente 46% de todas as empresas que estão negativadas pertencem ao setor do comércio. Os dados abertos por setor da economia revelam que o aumento da inadimplência foi maior entre as empresas com atuação voltada ao ramo de serviços, com alta de 10,87%, em dezembro do ano passado, comparando ao mesmo período do ano de 2017. Houve crescimento de 5,13% no atraso entre empresas do comércio. Já na indústria a alta foi de 4,12%.

Entre as empresas que deixaram de receber de outras empresas, o destaque também ficou por conta do setor de serviços, que engloba bancos e financeiras, com alta de 6,26% na quantidade de atrasos. As indústrias, com crescimento de 3,18% ficaram em segundo lugar, seguida do comércio, com alta de 2,17%. Em termos de participação, 36% das pendências de empresas são devidas ao setor de serviços, 17% a empresas comerciais e 12% a indústria.




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