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CDL CG se posiciona contra o reajuste do IPTU 2022


Mais de dez por cento de reajuste no IPTU é desumano! A CDL CG – Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande é contrária ao reajuste do IPTU 2022 e reforça que a população ainda está sob o impacto econômico e social causados pela pandemia do Covid-19.

 

Toda a população, e não diferente os lojistas, está lutando para sobreviver e superar os danos oriundos da crise econômica, da pandemia e até mesmo das obras da 14.

 

Um reajuste de 10,05%, mesmo que sendo com base nos índices inflacionários, está além das possibilidades dos campo-grandenses. De acordo com matéria publicada no Portal idinheiro, em outubro de 2021, Campo Grande está entre as 5 capitais brasileiras mais caras para morar, com as piores relações entre custo de vida e salário médio, ou seja, aquelas onde os custos consomem uma parte maior da renda média da população. Os dados da matéria foram retirados do CEMPRE - Cadastro Central de Empresas, divulgado pelo IBGE, que reúne informações de empresas privadas, órgãos públicos, entidades sem fins lucrativos e do site Numbeo.

 

O presidente da CDL CG, Adelaido Vila, entende que o momento não permite um reajuste no IPTU. “Vimos nas mídias o anúncio do aumento da arrecadação do município. Por este e tantos outros motivos, pedimos que seja repensado pelo prefeito Marcos Trad e que ele desista de aumentar em 10% o IPTU. Nossa cidade precisa se reerguer, se fortalecer, mas com aumento de imposto, será ainda mais difícil e praticamente impossível para uma grande parcela da população”.

 

O índice FipeZap, publicado em agosto de 2021, indica que 5 das 7 regiões de Campo Grande tiveram valorização média, no período de 12 meses, menor que 9%, sendo que a área central foi a que menos valorizou (apenas 0,8%). O índice também aponta que, em 12 meses, a valorização média dos imóveis residenciais na cidade foi de apenas 3,43%. No mês de agosto, a variação foi de 0,73%

 

Adelaido Vila reforçou que muitos foram os dissabores nos últimos anos e que agora é tempo de levantar a economia e não punir ainda mais a população. “É uma batalha que começou antes da pandemia, nossos lojistas viram cair o valor do ticket médio ao longo da realização das obras. Na pandemia, os impostos foram honrados e o campo-grandense é um bom pagador. Por isso, somos veementemente contra este reajuste e pedimos que o prefeito revogue a decisão”.




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